26 novembro 2015

Filme “Quarto de Guerra”

O filme cristão “Quarto de Guerra” estreará nos cinemas brasileiros no próximo dia 03 de dezembro, após alcançar um sucesso estrondoso nos Estados Unidos.
Produzido com orçamento de US$ 3 milhões, o filme arrecadou mais de US$ 50 milhões em bilheteria em suas primeiras semanas de exibição nos cinemas norte-americanos. A produtora do filme, Sherwood Pictures, é a mesma de títulos como “À Prova de Fogo”, “Desafiando Gigantes” e “Corajosos”, e surgiu de um ministério da Igreja Batista de Sherwood.
O roteiro do filme fala sobre um casal com problemas conjugais que contorna as dificuldades juntos, através da oração. A mensagem, de valorização das famílias, é vista como importante para que a sociedade reverta o caminho de banalização do casamento e de ruptura de valores basilares que guiaram gerações passadas.
No Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo 2010 verificou que a taxa geral de divórcios no país alcançou seu maior pico desde 1984, com 1,8 a cada mil habitantes.

A pastora Elizete Malafaia, líder do ministério Mulheres Vitoriosas na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, enxerga no divórcio o resultado de uma guerra espiritual, onde o diabo faz as pessoas verem o cônjuge como inimigos: “Ele está apenas sendo um canal de satanás nesta Terra quando mente, trai ou provoca qualquer tipo de confusão, através das brechas que abre em sua vida”, explicou, segundo informações do portal Guia-me.
A coordenadora regional Ministério Desperta Débora no Sudeste, Maria José Vieira, lembra que “a oração estreita os laços nos relacionamentos, quebrando as diferenças pessoais”, e ressalta: “Também promove a paz e a harmonia no ambiente familiar”.
Assista ao trailer do filme, legendado em português: 

“Quarto de Guerra”

A Bíblia deve ser levada ao pé da letra?

Pergunta: Um amigo meu, conversando comigo sobre religião e sobre a Bíblia, me disse que não devemos levar a Bíblia tão ao pé da letra. Eu não soube o que responder a ele, pois sou nova convertida. Ele me disse, por exemplo, que existem muitos mitos na Bíblia e que devemos aproveitar apenas algumas passagens que são mais objetivas e comprovadas. O que poderia responder para ele?

Cara leitora, essa é uma afirmação que realmente é feita por muitas pessoas. Você vai se surpreender, mas em algumas coisas seu amigo está certo. Não são todas as coisas que estão na Bíblia que devemos levar ao pé da letra. Mas calma, antes de se desesperar com isso, eu explico:

A Bíblia deve ser levada ao pé da letra?

(1) Levar algo ao pé da letra significa interpretar aquilo literalmente. Quem estuda a Bíblia sabe que não podemos interpretar toda a Bíblia literalmente. Isso porque muitas das passagens, por exemplo, são linguagens figuradas usadas pelos escritores e temos também as famosas parábolas. Ou seja, são formas de escrita que não devem ser interpretadas literalmente, mas sim considerando a sua forma de escrita. Veja esse exemplo: “Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro” (Salmos 40:1). Será que podemos considerar esse texto literalmente? Deus está sentado? Deus precisa se inclinar para ouvir uma oração? Mas Deus não é onipresente, ou seja, está em todo lugar? Esse é um texto onde, claramente, o autor usa uma figura de linguagem“ele se inclinou para mim” para demonstrar que Deus deu atenção a oração dele. Ou seja, não podemos considerar essa passagem ao pé da letra, antes, devemos considerar a figura de linguagem empregada pelo autor.

(2) Outra coisa a se considerar nos escritos sagrados é que eles não têm apenas citações dos servos de Deus e de Deus. Isso deve nos levar a sempre avaliar os contextos e observar quem está sendo citado ou falando, para observar se aquilo é uma fala inerrante de Deus ou de homens, ou mesmo até do diabo, pois temos falas dele na Bíblia (por exemplo em Mateus 4:8-9). Por exemplo, temos uma citação bíblica de um homem chamado Jefté que prometeu a Deus sacrificar uma pessoa de sua família caso vencesse a batalha: “Fez Jefté um voto ao SENHOR e disse: Se, com efeito, me entregares os filhos de Amom nas minhas mãos, quem primeiro da porta da minha casa me sair ao encontro, voltando eu vitorioso dos filhos de Amom, esse será do SENHOR, e eu o oferecerei em holocausto” (Juízes 11:30-31). Se considerarmos esse texto ao pé da letra poderíamos dizer que Deus aprova que façamos sacrifícios humanos? Obviamente que não! O que temos aqui é um texto descritivo, de uma loucura realizada por um homem que não considerou que Deus nunca permitiu que sacrifícios humanos fossem feitos a Ele.

(3) Não podemos também cair no erro que alguns cometem de simplesmente classificar todas as histórias da Bíblia como sendo mitos que não devem ser levados a sério. Sabemos que várias das histórias são classificadas nos textos como parábolas, essas sim são histórias fictícias usadas como base para trazer ensinos. Jesus usava muito esse recurso. Porém, alguns classificam tudo como parábola, dizendo, por exemplo, que o dilúvio é um mito, que Adão e Eva foram um mito, etc. Isso é um erro, pois são histórias reais e classificadas na Bíblia como tal. Essas aconteceram sim ao pé da letra e, grande parte delas, hoje, podem até mesmo ser comprovadas por achados arqueológicos e outros recursos científicos que poucos estão dispostos a estudar, infelizmente.

(4) Assim, podemos concluir que as boas regras de interpretação da Bíblia (e de qualquer outro texto) nos ensinam a avaliar texto e contexto, aplicando técnicas linguísticas que nos ajudam a entender, por exemplo, quando um texto é parábola ou não e quando nele estão figuras de linguagem usuais da língua. Gostaria de salientar também que o texto bíblico revela sobre ele mesmo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2 Timóteo 3:16). A Bíblia é verdadeira e Deus tem mostrado isso a cada dia através até da própria ciência, pois os achados que comprovam muitos dos escritos não param de ser descobertos. Só não enxerga quem não quer.

Por que a pornografia sempre te derrota

De um lado a indústria da pornografia é uma das maiores existentes em nosso mundo. São filmes, sites, revistas, programas de tevê e uma série de materiais produzidos todos os dias com o objetivo de dar pornografia a uma multidão de pessoas ávidas por esse material. É uma indústria multibilionária. Não é de se admirar que vemos pornografia na maioria dos lugares neste mundo e com uma facilidade de acesso impressionante. O nosso mundo atual praticamente respira isso. Do outro lado estão cristãos sinceros lutando para não acessar e não trazer para suas vidas esse tipo de material prejudicial. Uma pesquisa realizada em 2011 pelo grupo americano “ChristiaNet”, revelou que 50% dos cristãos têm problemas sérios com a pornografia. Hoje, com o avanço da Internet, certamente esse número é ainda maior.

Todos os dias recebo muitos e-mails de cristãos, homens e mulheres, pedindo ajuda, pedindo conselhos a respeito de como deixar a pornografia. Todos eles trazem a mesma reclamação, dizem que sempre são derrotados pela pornografia. Dizem que conseguem vencer por algum tempo, mas a pornografia teima em alcançá-los novamente. Pensando nessas pessoas, selecionei sete motivos que extrai das conversas que já tive com muitos irmãos que tinham o desejo de se libertar desse mal, mas que não estavam conseguindo. Eles cultivavam em suas vidas pelo menos seis coisas que sempre ajudava-os a cair novamente, a serem derrotados pela pornografia.

7 coisas que você faz que ajudam a pornografia a te derrotar

(1) Você negligencia a vida com Deus

Quem tem problemas com pornografia não pode negligenciar sua comunhão com Deus. Sabemos que a pornografia vence quando a nossa carne, com todos os desejos humanos pecaminosos, vence o nosso espirito, ou seja, nossa vontade de fazer a vontade de Deus é vencida pelo nosso desejo de acessar a pornografia e ter certo prazer carnal. A pornografia sempre vai vencer aquele que negligencia sua vida com Deus. Sabemos que o que nos mantém espiritualmente fortes é a nossa comunhão com Deus, ou seja, oração, leitura da Bíblia, participação na obra, ajuda ao próximo, jejum, etc. Os nossos inimigos sabem disso e fazem de tudo para que não invistamos tempo nisso. Resultado? Com o passar dos dias enfraquecemos, temos vontades pecaminosas cada vez mais frequentes e caímos, bem conforme nos mostra Tiago: “Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1:14-15).

(2) Você achar que já está forte o suficiente

Quando Jesus foi tentado pelo diabo, vemos algo interessante registrado quando o diabo foi vencido: “Passadas que foram as tentações de toda sorte, apartou-se dele o diabo, até momento oportuno” (Lucas 4:13). Os nossos inimigos nunca se darão por vencidos. Eles ficarão à espreita para identificar o melhor momento para atacar novamente. Infelizmente, muitos são vencidos pela pornografia porque pensam que algumas vitórias que tiveram significa que já estão fortes o suficiente para não mais serem vencidos. Isso faz com que abaixem a guarda, que sejam mais relapsos nos cuidados que devem ter, na preparação diária para vencer a batalha. Resultado? São vencidos novamente mais cedo ou mais tarde. Aquele que tem problemas com pornografia deve saber que a luta é diária e que todos os dias deve acordar pronto para a batalha. Não fazer isso é pedir para cair diante do inimigo.

(3) Você aceita que “pequenas” pornografias adentrem sua mente

A nossa sociedade de hoje já aceita pequenas pornografias que nem são classificadas como pornografia (para eles), mas que são uma porta de entrada para quem tem problemas com pornografia. Por exemplo, vemos que até mesmo na tevê aberta, muita coisa é colocada ali com um status de normal, mas é uma espécie de pornografia. Mulheres com roupas minúsculas realizando danças eróticas, homens musculosos sem camisa, músicas de duplo sentido, etc. São pequenas pornografias que achamos ser inofensivas, mas que vão abrindo espaço em nossa mente e nos conduzindo a pornografias mais pesadas. Quem quer vencer essa prática precisa fechar a porta para esse tipo de estímulo que penetra a sua mente vagarosamente e vai abrindo espaço. Desligue a tevê nesses momentos, evite ouvir músicas de duplo sentido, saia de situação que infiltrem pequenas pornografias que parecem inofensivas em sua mente.

(4) Você não muda os hábitos

Todos que têm algum problema com pornografia afirmam categoricamente que caem diante dela quando certas condições estão favoráveis. Por exemplo, quando estão sozinhos em casa, quando estão sozinhos navegando na Internet, quando passam por situações de ansiedade e estresse, etc. Ou seja, são situações que facilitam muito a vitória da pornografia. Quem não muda seus hábitos e luta contra a pornografia com estratégias quase militares, está fadado a sempre perder para ela. Para vencer é preciso mudar os hábitos que são identificados como facilitadores para o pecado. Se você sempre é vencido pela pornografia quando está sozinho no quarto tarde da noite vendo tevê, precisa parar de fazer isso, fechar essa porta, senão sempre cairá.

(5) Você não reprograma os seus olhos

A principal porta de entrada da pornografia são os nossos olhos. Ou seja, é a maneira com que olhamos e como processamos na mente aquilo que olhamos. Quem quer derrotar esse pecado precisa reprogramar seus olhos. Eu explico: é preciso a realização de um esforço de olhar as coisas com uma ótica correta. Quase sempre, os vencidos pela pornografia têm uma visão errada de uma mulher e a mulher do homem. Uma visão apenas carnal, enxergando as outras pessoas como objetos. Enxergando tudo com malícia e com cunho sensual e sexual. Alguns homens, por exemplo, andam pelas ruas olhando toda e qualquer mulher e cultivando pensamentos maliciosos. Aceitar isso é pedir para ser derrotado pela pornografia. É preciso uma reprogramação, uma mudança racional contra esse tipo de pensamento. Enxergar as mulheres e homens na rua todos enxergam, mas dar a segunda olhada, aquela maliciosa, isso sim podemos evitar e combater. Reprograme seus olhos e pensamentos.

(6) Você acalma as suas dores com a pornografia

A pornografia associada com a masturbação é muito prazerosa. Muitas pessoas, impactadas pelas ansiedades do dia a dia, por situações difíceis que passam, por pressões que sofrem, acabam usando a pornografia e a masturbação como uma válvula de escape. É um momento de prazer para aliviar. Outras pessoas, por exemplo, já usam a comida para isso. Comem até não poder mais para aliviar suas dores. Isso tudo é prejudicial. É preciso aprender que podemos aliviar nossas dores de outras formas mais saudáveis. Quem tem problemas com pornografia precisa aprender a identificar isso em sua vida. Se estiver acontecendo, é bom tomar providências. Exemplo: Fazer exercícios ajuda muito a ter o mesmo tipo de prazer da masturbação e de comer doce, por exemplo. Troque a vontade de acessar pornografia por uma caminhada de trinta minutos ou comece a ir à academia. Lembre-se: se você não reprogramar sua vida e hábitos sempre vai perder essa guerra!

(7) Você não dificulta o seu acesso à pornografia

Ninguém que acessa pornografia gosta de acessá-la na frente dos outros, de forma aberta. O acesso geralmente é feito com certa intimidade. Daí a necessidade de dificultar esse acesso. Hoje, com a facilidade de termos um celular, tablet ou notebook com acesso à Internet e o levarmos para qualquer lugar, muitos tem caído diante da pornografia. Por isso, para vencer é preciso dificultar o acesso a ela. Coloque senhas de bloqueio em seus aparelhos. Exclua grupos e pessoas que só postam assuntos relacionados a sensualidade e sexualidade. Dificulte ao máximo, pois em seus momentos de fraqueza, certamente, essas dificuldades de acesso irão te ajudar a pensar melhor sobre o erro que está cometendo, te dando tempo de resistir e vencer.

24 novembro 2015

Pedidos de Oração


Iraquiana Nun Hayat experimenta o poder da oração


Iraque

Muitas lições podem ser aprendidas com a Igreja Perseguida no Iraque. Nun Hayat, aos 30 anos, foi deposta de seu mosteiro pelo Estado Islâmico e forçada a fugir. Agora, ela está cuidando de outros refugiados, apesar de também fazer parte desse grupo. No meio da crise, ela aprendeu três lições: não olhar para trás, perguntar a Deus o que ele quer falar, e sair pelo mundo, ajudando as pessoas.

"Ele foi muito claro quando falou comigo e me chamou para trabalhar com crianças e jovens”, conta Nun. Assim, ela começou um movimento de oração entre os jovens refugiados em Erbil. "As necessidades dos refugiados eram tão grandes que sentimos a necessidade de começar a orar de uma forma organizada", explica.

Tudo começou como uma pequena semente, eram poucos jovens que se reuniam no jardim de um centro de refugiados.  Muitas das orações eram pedindo a misericórdia de Deus e que eles pudessem voltar para as suas casas. A cada semana, mais pessoas se juntarem aos encontros de oração. Agora, o jardim está cheio de cristãos que oram todos os sábados. "Oramos pelas necessidades de cada um. Famílias inteiras aparecem pedindo oração e oram uns pelos outros”, compartilha ela.

Pedidos de oração
  • Agradeça a Deus por pessoas como Nun, que estão totalmente comprometidas a servir a ele e ao próximo.
  • Continue orando pelos cristãos no Iraque, agora que a atenção do mundo se voltou para outras áreas da crise.
  • Ore pelos muitos cristãos que estão confusos e se sentem inseguros. Eles não têm identidade e se sentem completamente perdidos em seu próprio país. Que Deus os guie e console.