17 fevereiro 2015

Os judeus e a lei


Romanos 3.1-8

Então qual é a vantagem de ser judeu? Será que ser circuncidado tem algum valor? Tem, sim, e de muitas maneiras! E a primeira vantagem é que Deus entregou a sua mensagem aos cuidados dos judeus. Mas, se alguns não foram fiéis, será que por isso Deus vai ser infiel? De modo nenhum! Que Deus continue a ser verdadeiro, mesmo que todas as pessoas sejam mentirosas. Como dizem as Escrituras Sagradas a respeito dele:

“Que fique provado que tu tens razão
quando falas
e que sejas vencedor
quando fores julgado.”

Mas, se as injustiças que cometemos servem para mostrar que Deus age com justiça, o que é que podemos dizer? Que Deus é injusto quando nos castiga? (Eu falo aqui como as pessoas costumam falar.) É claro que não! Se Deus não fosse justo, como poderia julgar o mundo?

Mas digamos que a minha mentira faz com que a verdade de Deus fique mais clara, aumentando assim a glória dele. Nesse caso, por que é que devo ainda ser condenado como pecador? Então por que não dizer: “Façamos o mal para que desse mal venha o bem”? Na verdade alguns têm me caluniado, dizendo que eu afirmo isso. Porém eles serão condenados como merecem.


15 fevereiro 2015

Ex-mulher de Guilherme de Pádua nega ameaças

Paula Maia, ex-mulher de Guilherme de Pádua, negou que esteja sendo perseguida pelo ex-marido após o término do casamento, conforme informações veiculadas essa semana pela imprensa.
O ex-ator global foi acusado de perseguir e ameaçar Paula em uma nota publicada pelo jornalista Ancelmo Góis, do jornal O Globo. No texto, relatos de familiares e publicações em redes sociais foram usadas como fonte de informação.
Em entrevista ao site Ego, Paula Maia afirmou que a viagem feita ao exterior após decidir pelo divórcio não foi para fugir de ameaças de Guilherme: “Não viajei por causa de ameaças, como ela falou. Viajei porque fiquei muito mal com a separação. Foi muito doloroso para ambos, fiquei deprimida e precisava dar um tempo”, resumiu.
A estudante de medicina confirmou que não está mais frequentando a Igreja Batista da Lagoinha (IBL) onde ela e Guilherme se conheceram e exerciam ministérios. “Não estou mais na Lagoinha, e o meu projeto teve que ser emancipado. É uma pena porque agora não tenho mais para onde levar vários animais que são resgatados nas ruas”, comentou, fazendo referência ao projeto Arca de Noé, que cuidava de animais abandonados.
Sobre o fim do relacionamento com o ex-ator, Paula disse que era esperado que o casamento fosse assombrado pelo passado de Guilherme, mas que a tentativa era válida: “Várias pessoas falaram que eu teria problemas. Mas acho que fica como experiência. Casamento pode dar certo ou não. Espero que ele possa tocar a vida dele”, disse.

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Cunha retoma projeto que proíbe adoção de crianças por gays

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) decidiu que irá reenviar o projeto de proibição de adoção de crianças por casais homossexuais à pauta da Câmara dos Deputados.
O presidente da Câmara definiu que a discussão sobre o assunto deverá ser feita através de uma Comissão Especial. A proposta conhecida como Estatuto da Família pretende estabelecer legalmente que somente as relações entre homem e mulher e eventuais filhos sejam reconhecidas como família.
De maneira indireta, isso poderia resultar na proibição de adoção de filhos por casais homossexuais. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, Eduardo Cunha comprou a briga com parlamentares do PT e com ativistas gays, e deverá usar todas as cartas políticas à mão para levar adiante o projeto.
Há poucos dias, Cunha já havia causado furor em feministas ao dizer que, durante seu mandato à frente da Câmara, nenhuma proposta de legalização do aborto seria levada à discussão. A postura foi elogiada por diversos líderes cristãos e também pela jornalista Rachel Scheherazade.
A Comissão Especial goza de um artifício legal que faz com que a tramitação do projeto seja mais ágil, pois a votação definitiva da proposta será feita entre os parlamentares que integrarem o colegiado.
Os integrantes da bancada evangélica já se mobilizam para que apenas parlamentares favoráveis ao projeto sejam nomeados para os cargos chave dessa Comissão Especial.

Estatuto do Nascituro

Apelidado de “bolsa-estupro” por oposicionistas, o projeto do Estatuto do Nascituro prevê auxílio para as mulheres que tenham engravidado em consequência de um abuso sexual. A ideia do projeto é oferecer uma alternativa ao aborto, que nesses casos, é permitido por lei.
O texto do projeto diz que é dever do Estado garantir “todos os direitos do nascituro, em especial o direito à vida, à saúde, ao desenvolvimento e à integridade física e os demais direitos da personalidade”.
Apoiado pelos parlamentares das bancadas evangélica e católica, o projeto havia tido sua tramitação dificultada por apoiadores do aborto, mas agora deverá voltar à discussão pelas mãos do presidente da Câmara.

Elogios

Eduardo Cunha vem sendo elogiado por lideranças cristãs por assumir uma postura franca e objetiva sobre temas polêmicos.
O blogueiro Danilo Fernandes, editor do Genizah, publicou um artigo com observações sobre as primeiras ações do parlamentar à frente da Câmara, e disse que “basta um político cristão em posição de poder para iniciar o combate à iniquidade”.
Fernandes listou as ações de Cunha neste começo de mandato e ponderou sobre questões políticas relevantes que serão alteradas de agora em diante: “Em pouco tempo, o nobre deputado já logrou […] colocar a Dilma e o PT de joelhos, lembrando-lhes que, em um estado democrático de direito, os poderes são independentes e o Legislativo não é lacaio do Executivo; Rasgou um dos principais instrumentos de chantagem e coerção  de parlamentares  – o processo de liberação de emendas ao orçamento -; Está colocando pressão forte na realização da tão necessária reforma política; Anunciou que não deixará passar qualquer tentativa de legalização do aborto; Jogou pá de cal no projeto criminalizando a homofobia (a falsa homofobia); Abriu a CPI do Petrolão; e informou que retoma o projeto de lei que impede casais gays de adotarem crianças”.
Por fim, Fernandes observou que Cunha contará com o apoio dos cristãos que se propõem a protagonizar na sociedade: “Até aqui o tem ajudado o Senhor. Até aqui contará com as orações e o apoio dos crentes verdadeiros que defendem a vida, a família e não fazem pacto com a mentira e a corrupção”.

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Scheherazade elogia postura de Cunha sobre o aborto

A jornalista Rachel Scheherazade saiu em defesa da postura adotada pelo deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de vetar qualquer discussão sobre a legalização do aborto no Brasil.
Cunha, eleito presidente da Câmara dos Deputados, é evangélico, assim como a jornalista da rádio Jovem Pan. Para Scheherazade, a postura do parlamentar é coerente com a legislação em vigor no Brasil e com a postura do Estado brasileiro, que é signatário de tratados em defesa da vida.
“Para Eduardo Cunha, a legalização do aborto não é a agenda do país. Ao repudiar qualquer proposta de lei que ponha em xeque o direito à vida, o presidente da Câmara está resguardando o interesse maior da sociedade. 79% por cento dos brasileiros são contra a legalização do aborto, segundo dados do IBOPE”, opinou Rachel Scheherazade.
A postura de Eduardo Cunha sobre o aborto já era conhecida desde antes sua eleição para a presidência da Câmara, porém o parlamentar frisou que não colocará o assunto em discussão no plenário durante seu mandato à frente da Casa por uma questão de princípios: “Sou radical […] Aborto eu não vou pautar [para votação] nem que a vaca tussa […] Projetos sobre esse tema só vão passar por cima do meu cadáver.”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo.
Scheherazade acrescentou, em seu comentário, que a tentativa de legalizar o aborto é uma desvalorização da vida, que não pode ter seu início mensurado por nenhuma classe profissional ou ideológica.
“Apesar de ser uma garantia explícita e inviolável, o direito à vida é constantemente questionado por feministas e militantes pró-aborto. Eles tentam relativizar o mais essencial dos direitos para encontrar uma brecha e tentar legalizar a prática criminosa, além das exceções previstas em lei. Os abortistas alegam que o artigo 5º é omisso, pois não define exatamente quando começa a vida. Mas, quem poderia precisar esse momento? As feministas? Os juristas? Os religiosos? Os cientistas? Que ciência seria capaz de definir com precisão o começo desse milagre? E se milagre, por que não recorrer à metafisica para tentar entender a gênese da vida?”, questionou.
Ouça no player abaixo o comentário de Rachel Scheherazade na rádio Jovem Pan, onde ela passou a trabalhar após o episódio da censura imposta aos seus editoriais no SBT Brasil. Apesar de continuar trabalhando na emissora paulista e à frente do telejornal, a direção de jornalismo do SBT optou por limitar seu espaço de opinião.

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